08/04/2009 - Embarque, chegada à Buenos Aires e primeiro contato com a noite Portenha

Desde o primeiro momento, ainda no check in, no aeroporto Tom Jobim, a energia vibrante do grupo se fazia presente.

Rick, que gentilmente levou Bete e Paty22 ao aeroporto para o embarque, detectou a alegria do grupo, até entao desconhecido, e foi encarregado de registrar nossas primeiras fotos.

Com as malas devidamente despachadas, fomos tratar de tomar nosso primeiro café da manhã para resistirmos a tudo que estava reservado para nós, nesse grande dia.

Todos os movimentos e falas eram motivo de farra e risada. A primeira logo que ficou marcada e determinante para o resto da viagem, foi a nossa melô, cuja autoria se deve a nossa integrante revelação Denise, mais conhecida como meu bebê rsrsrs

A melô lá, lá, lá, lá, está até hoje nos nossos ouvidos e, é sem dúvida, o som que nos traz muitas recordações e risadas.

Nossa chegada ao aeroporto de Ezeiza foi bem movimentada. Tínhamos que dar conta das malas, trocar nosso dinheiro, tomar informações dos roteiros turísticos e verificar o meio mais fácil de acessarmos o nosso hostel.

Quando chegamos a Palermo, começamos o nosso Big Brother argentino. Bete e Denise ficaram num quarto sem banheiro privativo, o que fazia da nossa rotina um verdadeiro tour pelos quartos das outras duas duplas. Elas tiveram situações noturnas hilárias e outras de passagem pelos corredores do hostel que são absolutamente impublicáveis.

Após definirmos nossas acomodações, partirmos em busca de um lugar para fazermos uma deliciosa refeição. Por sinal, a primeira do dia...

Finalmente na calle (rua) Cordoba encontramos um restaurante onde comemos com muita satisfação. Claro que temos o registro desse glorioso jantar. Aliás, é nessa foto que detectamos o sucolento tomate recheado com atum e arroz da Dedê kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Após o jantar, fomos para 0 Village, em Recoleta onde, após um rápido reconhecimento do local (shopping futurista, calçadão com os diversos bares), elegemos um pub, PorteZuelo, para um drink. Nesse momento, descobrimos que beber álcool na argentina é mais barato que beber água, refri ou suco.

Não foi possível bailar nesse dia, pois esse tipo de movimento só se inicia a partir das duas e meia da manhã o que tornava inviável a realização dos nossos passeios nos dias subsequentes.

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